Minha vida e Jung

Minha vida e Jung

Você já se interessou em conhecer melhor Jung, suas teorias e o reflexo delas em sua própria vida?

Pois bem, passamos nossas vidas tentando entender porque tudo aparentemente está em seu devido lugar; entretanto, algo em nós mostra um vazio interior além de uma total falta de sentido em nossas vidas.

De fato, Jung reconheceu que a crise humana era uma crise de sentido para a vida

Nenhuma vida pode ser quer plena quer satisfatória, caso não saibamos decifrar a nós mesmos.

Nesse sentido, conhecer Jung foi ganhar um mapa do tesouro, e esse tesouro: minha verdadeira natureza.

Seu estudo só me abriu portas interiores que desconhecia

Ele trouxe, certamente, o contato com partes minhas que haviam ficado perdidas pelo caminho.

Igualmente, me fez perceber que somos títeres de fatores internos e inconscientes que tanto nos dominam quanto comandam. Contudo, desconhecedores desses processos internos, jamais alcançamos nossa completude.

Somos decerto seres muito mais complexos do que supomos.

Ao enveredar pelos estudos junguianos, pude perceber que minha ignorância sobre mim mesma era a minha maior desgraça.

Tudo passou a fazer sentido e pude perceber o quanto mesmo meus sonhos negligenciados, me apontavam o que se passava interiormente

E isso, sem dúvida, durante toda a minha vida

Aquilo que considerava sem valor e banal, outrossim, era o mapa que apontava para as transformações que estariam por vir.

Conhecer Jung não é conhecer nosso passado apenas, mas tanto nosso presente quanto nosso futuro.

Através de seu estudo, pude encontrar a mim mesma. De maneira suave, efetuar as transformações que viriam de forma abrupta caso me mantivesse inconsciente.

Foram grandes as transformações, contudo, maiores ainda as realizações internas, e analogamente, as externas.

Passamos nossas vidas tentando nos encaixar em formas que não são nossas, mas coletivas. E de fato, acatamos isso convictos de  ser o melhor para nós mesmos.

Ledo engano. Cada um de nós possui uma forma única, que só nós cabemos nela. Tão única quanto são nossas digitais.

Embora tivesse tudo que socialmente era o desejável, algo faltava: o sentido para minha vida e que eu não encontrava.

Em decorrência disso, não me sentia jamais uma pessoa completa, e isso, para espanto dos demais.

Existe algo mais grave nisso, aquilo que não realizamos por nós mesmos, conscientes, irrompe em nossas vidas com o nome de destino.

Somos seres imperfeitos e nosso destino é evoluirmos. Para tanto, nosso inconsciente nos empurra para que isso se processe. Mesmo que à nossa revelia.

Nascemos como um diamante bruto cujo destino é ser lapidado. O inconsciente nos empurrará sempre para que esse processo seja uma realidade.

Conhecer nosso inconsciente e seus processos, é efetuar as mudanças necessárias de mãos  dadas com nossa inteireza.

Ao mesmo tempo em que enveredava pelos caminhos junguianos, adentrei no mundo astrológico.

Comecei a me dar conta de que de nada adiantaria saber do meu mapa, de seu calcanhar de Aquiles e também de seus predicados, se não soubesse como transformá-los. Era necessário manter as rédeas da minha própria vida em minhas mãos.

Por essa razão, enfatizo na minha bio no site que não havia o que falar sobre mim até 1988. Esse foi não apenas o ano do meu renascimento, mas também do encontro com minha integralidade.

Compreendi também que se nem eu mesma fui capaz de me decodificar, como ajudar aos demais em seus processos?

Essa foi a razão de ter unido meu trabalho astrológico com os estudos junguianos.

Ambos acabam sendo a mesma coisa, embora com linguagens diversas. Qual a diferença?

A diferença é que enquanto um lhe descreve; o outro, lhe dá as chaves para a transformação e aprimoramento.

Enquanto um lhe condena a ser o que já sabe o que é; o outro, lhe desvela e ajuda a efetuar a travessia. Não mais ao sabor dos trânsitos, progressões, revoluções, sem bússola e sem segurar as rédeas.

A fusão dos dois, é colocar sua própria vida com rédeas firmes em suas mãos, e aí sim, ser o artífice e cocriador de seu destino.

Essas últimas considerações são válidas para todos aqueles que trabalham com o outro.

Nossa obrigação é descortinar para aquele que nos procura que tanto sua vida quanto seu destino podem andar de mãos dadas. E devem.

É acima de tudo, alertar de que aquela forma em que tentávamos nos encaixar, não é exatamente do nosso tamanho.

Nosso objetivo final é a construção dessa forma única que só nós seremos capazes de caber nela.

Ainda voltaremos ao tema da  minha travessia em outras oportunidades.

Essa semana, estaremos no espaço Athena com esse objetivo. Apontar os caminhos para essa viagem em busca de nossa totalidade

Não percam!!! Encontrem o mapa de seu tesouro interior.

Fica o convite: Vamos nessa?

Workshop de introdução aos Estudos Junguianos

PROGRAMA
Resumo biográfico de Jung
Sua relação com Freud
Consciente e Inconsciente
Noções de Arquétipos e Complexos
Principais Arquétipos do Inconsciente
Importância dos Sonhos para o autoconhecimento

LOCAL: Espaço Athena
Endereço: Rua Pontes Correia, 60 – Tijuca

DATA:

17 de Abril de 2019

HORÁRIO:

das 19 às 21:30 horas
VAGAS LIMITADAS

Informações e reservas:

Espaço Athena Telefone: (21) 3067-2659 whatsapp 21 99666-4145
Claudia Araujo
Fale direto >> CLIQUE AQUI




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Claudia Araujo

Aquário com Gêmeos, sou muitas e uma só. Por amar criar com as mãos, sou designer de biojóias e mantenho o site terrabrasillis.com, assim como pinto aquarelas e outras ¨manualidades¨. Por não me entender sem a busca do mundo interno do outro, sou astróloga com 4 anos e meio de formação em psicologia analítica sob a supervisão de José Raimundo Gomes no CBPJ – ISER e já mantive por anos o site Meio do Céu. Nessa nova etapa mantenho o site grupomeiodoceu.com. Dou consultas astrológicas e promovo grupos de estudo de Jung e Astrologia, presenciais e online. São várias vidas vividas numa única existência, mas minha verdadeira história começa aos 36 anos, e o que vivi antes ou minha formação acadêmica anterior, já nem lembro, foi de outra Claudia que se encerrou em 1988. Só sei que uso cotidianamente aquilo em que me tornei, e busco sempre não passar de raspão pelo mapa astrológico do outro. Mergulhar é preciso, e ajudar o outro a se transformar, algo imprescindível. Só o verdadeiro autoconhecimento pode gerar transformação. Não existe mágica, e essa autotransformação não ocorre via profissional, mas apenas através do real interesse do cliente em buscar reconhecer como se manifesta em sua vida cotidiana e qual seu potencial para a transformação. Todos somos mais do que aquilo que vivenciamos. A busca deve passar sempre pelo reconhecimento daquele eu desconhecido que em nós mesmos habita. A Astrologia é um facilitador nessa busca porque nela estão contidos tanto nossos aspectos luz quanto sombra. Ela resolve nossos problemas? A resposta é não. Ela apenas orienta no sentido do reconhecimento de nossa totalidade. A busca é do cliente. A leitura é do astrólogo, mas só o cliente poderá encontrar o caminho de sua totalidade e crescimento responsável. websites : www.terrabrasillis.com e www.grupomeiodoceu.com Fale com Claudia direto no Whatsapp

2 comentários em “Minha vida e Jung

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