Se estamos em meio a um Apocalipse, o que diria Deus a Bolsonaro e ao presidente Trump?

Se estamos em meio a um Apocalipse, o que diria Deus a Bolsonaro e ao presidente Trump?

Se estamos em meio a um Apocalipse, o que diria Deus a Bolsonaro e ao presidente Trump?
Apocalypse Sea Disaster Water War Submerged Ocean.                                                                                                                                Para responder esta pergunta, primeiramente teríamos que consultar algo que nos dê  subsídios, elementos e fundamentos  para tal. Para isto, nada mais intuitivo do que buscar um “insight” em um livro sagrado. Na Bíblia tudo já está escrito, é só procurar. Nem todo oráculo é sagrado, mas somente aquele consagrado a Deus. Então, vamos lá, buscando a resposta em um livro de sabedoria consagrado, onde só a fé pode confirmar:

                              “A Desintegração.”

O grande estadista Confucio, em sua sabedoria, diria que estamos em uma situação de “desintegração”.

A desintegração está por  acontecer em todo o sistema terrestre, não só ambiental, como humano.

Neste caso, qual seria o caminho para atravessar este ciclo onde tudo poderá ruir, não restando pedra sobre pedra? O que  poderia evitar a desintegração de todo este sistema de coisas? Como sobreviver nestas próximas gerações?

O modelo a ser seguido para responder a esta questão é o da montanha. Para ser mais exata, uma pirâmide. Uma pirâmide com as arestas apontadas para o céu, para o universo, para as constelações de luz, para as forças do alto.

A maçonaria talvez saiba do seu significado. Porém,  saber por si só, não significa viver na prática.

Isto porque uma pirâmide, uma montanha, deve ter bases largas, que descansem sobre a terra sem perigo de ruir. Se ela for íngreme e estreita, não tendo uma base larga,  com certeza ruirá.

Sua posição só é segura quando se ergue com  generosidade  sobre a terra e não orgulhosa e íngreme.

Do mesmo modo, aqueles que governam,  devem repousar sobre o amplo fundamento da população, voltados em benefício do povo. Eles devem ser generosos e magnânimos como a terra, que a tudo sustenta. Desse modo, tornarão suas posições seguras como a montanha (pirâmide) em sua tranquilidade.

Portanto,  para que as bases sejam seguras, deve haver sacrifícios  das partes superiores, incluindo os ricos e países ricos, para as camadas mais necessitadas. Isto de maneira proporcional, se quiserem manter suas posições.

Desta maneira,  esta base pode ser um fundamento por exemplo, para a reforma da previdência: se o governo não favorecer as camadas mais necessitadas,  o sistema  não se sustentará como um todo.

Se estamos em meio a um Apocalipse, o que diria Deus a Bolsonaro e ao presidente Trump?

O balanço

Acontece que o  temor a Deus deve ser  bem observado. O temor, não é o medo.

Mas, o profundo respeito que deve haver em relação ao poder de Deus, que igualmente ao trovão,  abala as estruturas da Terra em um raio de cem milhas. Se a pessoa não acredita em Deus, que acredite na força do universo que tal qual um relógio, a tudo reajusta. Tudo o que não estiver harmonizado com a frequência universal está fadado a desaparecer.

E esta força pode abalar também um homem,  fazendo com que ele perca a lucidez. “A comoção gerada pela manifestação de Deus nas profundezas da terra atemoriza o homem. Porém, esse temor diante de Deus é bom, pois júbilo e alegria podem vir em seguida.

Quando um homem chega, em seu interior, à compreensão do que significa o temor e o tremor, ele estará a salvo de qualquer medo provocado por condições externas. Mesmo quando o trovão eclode, espalhando terror num raio de cem milhas, ele permanece tranquilo e reverente em espírito, não interrompendo seu trabalho e sacrifício.

Este é o espírito que deve animar os líderes e dirigentes da humanidade: uma profunda seriedade interior imune a todos os terrores vindos do exterior. O choque provocado por sucessivas comoções, faz com que um homem ou um grupo faça uma profunda análise, para que não abrigue qualquer secreta oposição à vontade de Deus.”             (I Ching).

Portanto em um mundo em crise, as pessoas que se sentem aptas e eleitas para socorrerem as populações em situações adversas,  devem fazer profundas reflexões em relação às consequências de suas decisões.

Devem se perguntar a todo momento:

“Devo responder a agressividade com  mais agressividade? Devo responder o mal, com o mal,  levantando muros?

Ou… devo gastar o dinheiro e promover a paz com ajudas humanitárias?

Devo autorizar a destruição daquilo que a Terra  demorou  milhões de anos para criar, ou seja a natureza?

Devo  negligenciar a proteção das florestas, das árvores e animais deixando que destruam em meses, aquilo que o universo demorou milhões de anos para criar?

Devo deixar que mineradoras,  matem os rios e os mares, encham de sangue as águas, com mortandades de animais, peixes e seres humanos?

O que posso fazer como presidente? Devo preservar a Amazônia e buscar caminhos alternativos  que possam  gerar renda para seus moradores… ou devo desrespeitar tudo o que já foi feito?

Devo agradar o pessoal do agronegócio para entrarem nas florestas e pantanais ou devo alertá-los para super aquecimento global?”

Se estamos em meio a um Apocalipse, o que diria Deus a Bolsonaro e ao presidente Trump?

Qual é a vontade de Deus  para mim, no lugar onde  me colocou?

E assim, quem quer realmente servir a Deus e salvar seu país,  deve ter muito discernimento e coragem  para compreender o que significa a vontade de Deus para si mesmo e qual  a direção a ser tomada. Todos somos instrumentos.

Deve-se ter  o cuidado de não destruir a natureza, o verdadeiro santuário onde o espírito sagrado e materno habita, para que  um dia,  não sejamos destruídos por ela como já estamos sendo. Devemos esquecer por um tempo  tantos investimentos em outros planetas, para  investirmos na recuperação de nossa casa, de nossa Terra, um planeta tão admirável.

E nisso, todos nós temos uma parcela de responsabilidade. Podemos sim,  inverter a situação. Se houver seriedade e responsabilidade dos governantes perante os acontecimentos e urgência nas  atitudes,  eles poderão mudar o rumo da história da humanidade.

Acreditar ou não em Deus é um direito que lhes é reservado. Só não possuem o direito de destruir a Terra, retirando a vida das novas gerações!

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Eliane Rocha

Venho de uma família humilde e bem brasileira. Sou uma mistura de raças. Meu avô por parte de minha mãe, era filho de indígenas da etnia  tupi guarani do Vale do Paraíba e me ensinou valores como dignidade, amor à natureza e às pessoas humildes. Alto, moreno, era militar e foi o homem mais incrível que conheci. Fui muito apegada a ele e, ele a mim. Se casou com uma italiana sorridente que gostava de contar estórias. Segundo ela, descendíamos de uma família proveniente da Áustria e assegurava que tinha certa realeza no meio. Ficava toda boba por ela me dizer...mas,não sabia se era verdade ou apenas imaginação. Meu pai, era filho de espanhóis. Meu avô com sobrenome judeu e minha avó, um sobrenome bonito: Jordão. Vieram da Europa ainda jovens, eram aventureiros. Vieram sem nada, talvez fugindo da primeira guerra mundial. Começaram  a vida no Brasil costurando colchões de palha e fabricando móveis artesanais. Lembro quando eu passeava com eles, entre sombras e sóis, ao entardecer, por caminhos cobertos de folhas e cidreiras. Comecei a desenhar e escrever bem cedo, aos oito anos, mas, foi aos quinze, que tive minha primeira coluna em um jornal de minha cidade. Sempre no meio da comunicação, continuei a escrever em jornais de outros Estados. Também fiz teatro  e  alguns trabalhos em emissoras de TV. Na televisão, me marcou muito, ter trabalhado com o jornalista Ferreira Netto, o qual me ensinou muitas lições. Me formei na UNISUL, em cinema e produção multimidia. Fiz parte da Antologia Mulheres da Floresta, da Rede de Escritoras Brasileiras, de onde surgiu dois documentários, feitos apenas como uma hand cam: um com os povos kaxinawás - huni kuins - e outro com os povos nukinis, na Serra do Divisor. Vivi na Amazônia nos meus últimos vinte e cinco anos, fazendo entre outras coisas, trabalhos voluntários como socorrista e técnica de enfermagem entre os povos ribeirinhos. ​

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