As Finalizações de 2020

As Finalizações de 2020

O amanhã é sempre uma incógnita. Nesse sentido, o ano de 2020 também é.

Porém, há que se reconhecer alguns padrões que se repetem e que talvez se finalizem. Ainda que Prigogine diga que o fluxo do tempo é irreversível, alguns padrões podem voltar, mesmo em outros formatos.

2020 é o último ano da segunda década do século XXI, portanto, um fechamento da década.

Em certo aspecto, repete portanto os anos 2000 e 2010, os mais recentes.

2020 também é a finalização de vários ciclos e combinação de astros na dança cósmica.

Finaliza, por exemplo, o encontro de Saturno com Plutão nos céus capricornianos. Esses dois astros se encontram a cada 35-37 anos, mas em Capricórnio a última vez foi no século XVI.

Desta vez Plutão entrou em Capricórnio em 2008 e Saturno entrou no signo que rege no final de 2017, anunciando o duro encontro que se deu durante todo o ano de 2019 e que se fecha agora em 2020.

Júpiter também revê Plutão em meados de 2020 em Capricórnio depois de se encontrarem no final de Sagitário em 2007.

E Júpiter também se aproxima de Saturno na sua dança de idas e vindas em 2020, marcando o auge do encontro para o final de 2020 já em Aquário, encontro que ocorre a cada 20 anos.

O Nodo Sul também finaliza sua viagem retrógrada através de Capricórnio em 2020 onde em 2019 se encontrou com Plutão, Saturno e agora se encontra com Júpiter, além de alguns importantes asteroides.

Na entrada de 2019 o Nodo Sul estava no final de Capricórnio e agora, como anda para trás, termina o ano no seu começo.

Se o ano de 2019 foi tenso, e foi, 2020 é um ano de finalizações dessas tensões que vêm se acumulando há tempos.

O que mais pode ser afetado está relacionado ao poderio capricorniano, às estruturas de poder de todos os tipos que essa energia sugere. A sensação de influência rigorosa desses fechamentos remete o olhar à possibilidade de ruir o poder dos grupos familiares rígidos, também os sociais, políticos, midiáticos, eclesiásticos.

Ao ruir de algo relacionado ao poder das nações mais ricas, hegemônicas e autocráticas.

Indica possíveis quebras dos contornos rígidos e conservadores das sociedades e do patriarcado em geral. E obviamente quem se inclui em grupos assim será afetado por tabela. Que cada um tire suas conclusões pessoais ao analisar seu próprios mapas e vidas.

Portanto, 2020 não deve ser um ano leve, ainda que teoricamente mais leve que 2019.

Com os desmanches se tornará leve. Estamos entrando num ano de finalizações de muitos ciclos.

Podem haver terremotos e vulcões em erupção, mas isso é apenas o auge das mudanças que vem se procedendo nos últimos anos.

E aqui os “vulcões e terremotos” são apenas uma metáfora do que está sendo gestado no seio dos grupos sociais, políticos e religiosos, principalmente nos mais fundamentalistas.

E esses são os que menos assim se vêem. O melhor que se pode fazer é se questionar se estamos, diretamente ou não, ligados a qualquer tipo de grupo de poder, conscientemente ou não.

Sessões de psicoterapia, leituras de mapa e busca do autoconhecimento são recomendadas. Ingenuidade, arrogância e superficialidade certamente não ajudarão nas limpezas e discernimentos necessários.



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Ivan Guerrini

Físico, mestre e doutor pela USP, pos-doc em Sistemas Complexos na Universidade de Nebraska, EUA, astrólogo, palestrante e escritor. e-mail: ivguerrini@hotmail.com, whatsapp: (43)9-8816-7450. FB, instagram e youtube: Ivan Guerrini

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